Um dos clipes mais criativos que já vi. Uma homenagem a volta dos Los Hermanos.
sábado, 21 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Gestão de Negócios
GESTÃO DE NEGÓCIOS
· GESTÃO
o Embora
não seja possível encontrar uma definição universalmente aceita para o conceito
de gestão e, por outro lado, apesar deste ter evoluído muito ao longo do último
século, existe algum consenso relativamente a que este deva incluir
obrigatoriamente um conjunto de tarefas que procuram garantir a utilização
eficaz de todos os recursos
disponibilizados pela organização,
a fim de serem atingidos os objetivos
pré-determinados.
o Por
outras palavras, cabe à gestão a otimização do funcionamento das organizações
através da tomada de decisões racionais e fundamentadas na coleta, tratamento
de dados e seleção de informações relevantes, contribuindo para o
desenvolvimento e para a satisfação dos interesses de todos os seus
colaboradores e proprietários e para a satisfação de necessidades da sociedade
em geral ou de um grupo em particular.
o O
processo de gestão tem por finalidade permitir à empresa alcançar os seus
resultados dentro de um conjunto coordenado de diretrizes, para atingir as
metas e objetivos explicitados na declaração de visão empresarial. O processo
de gestão não se limita ao planejamento (estratégico operacional e programação);
inicia-se a partir dele e incorpora todas as etapas da execução das atividades,
bem como do controle (antecedentes e posteriores) da execução das atividades.
- Por processo entende-se a sucessão de estados de um sistema, que possibilita a transformação das entradas do sistema nas saídas objetivas pelo mesmo sistema.
· CARACTERÍSTICAS DO GESTOR:
o
Entende-se como características do gestor:
suas funções, habilidades e competências.
o
As diversas especialidades humanas – do
conhecimento humano dentro da empresa – são aglutinadas em setores,
departamentos ou áreas, que denominamos genericamente por atividades. Assim, o
capital é o elemento necessário para unir os processos ou atividades
transformadoras do produto ou serviço. Estas atividades são coordenadas por um
responsável, denominado gestor.
- As organizações têm sido comparadas ora a um organismo vivo, composto de sistemas, ora a uma máquina, composta de peças e engrenagens. Outras comparações surgiram, mas todas elas são insuficientes para explicar a complexidade que é uma empresa. Ela é composta de pessoas, de equipamentos, de estruturas físicas, de interesses variados, de parcerias e muitos outros fatores. A gestão de um negócio não se resume aos aspectos financeiros ou aos mercadológicos, mas à busca permanente do equilíbrio de forças e de interesses de seus componentes.
- OS SUBSISTEMAS DO SISTEMA EMPRESA:
- O sistema empresa é um dos sistemas mais complexos e a sua divisão em subsistemas pode ser enfocada de várias maneiras. Subsistemas do sistema empresa:
- Subsistema institucional – compreende a definição da missão da empresa e as convicções de seus empreendedores, traduzidas de suas crenças e valores. Da missão, crenças e valores, a empresa define o seu modelo de gestão. O modelo de gestão é caracterizado como um subsistema do sistema institucional, correspondendo a um conjunto de normas e princípios que devem orientar os gestores na escolha das melhores alternativas para levar a empresa a cumprir sua missão com eficácia, e que assegurem o seguinte:
·
A redução do risco do empreendimento no
cumprimento da missão e a busca do melhor em todos os sentidos.
·
O estabelecimento de uma estrutura adequada de
operação.
·
A orientação geral dos esforços no sentido de
uma atitude construtiva (filosofia de trabalho).
·
Adoção de um clima motivador e o engajamento de
todos em torno dos objetivos da empresa.
·
Aferição constante = verificação, controle e
acerto de rumo.
·
Conhecimento do comportamento das variáveis
externas e internas, suas tendências e avaliação de planos alternativos.
·
Desenvolvimento da visão geral da empresa e
organização do planejamento, através da observação e estabelecimento dos
aspectos a seguir:
o
Declaração de valores – conjunto de crenças e
princípios que orientam as atividades e operações de uma empresa.
o
Declaração de visão – conjunto preciso e
elaborado de palavras que anunciam para onde a empresa está caminhando ou onde
quer chegar.
o
Declaração de missão – visa comunicar interna e
externamente o propósito da organização e do seu negócio.
o
As metas – correspondem ao itinerário básico
para chegar ao destino que a empresa deseja. São resultados abrangentes. As
metas devem criar um elo indissociável entre as ações da empresa e a sua
missão.
o
Os objetivos – são declarações específicas que
se relacionam diretamente a uma determinada meta. São associados a números e
datas
- Subsistema de gestão – é onde as decisões são tomadas. Nele se encontram o processo de gestão e as atividades de planejamento, execução e controle. Conjunto de procedimentos e diretrizes componentes:
- Análise do ambiente.
- Elaboração do planejamento (estratégico e operacional).
- Elaboração das diretrizes e políticas.
- Elaboração do plano operacional.
- Execução das operações e transações.
- Controle.
- Ações corretivas.
- Subsistema formal – corresponde à estrutura administrativa da empresa, de autoridades e responsabilidades.
- Subsistema social – compreende os indivíduos que fazem parte do sistema empresa (necessidades individuais, motivação, liderança, treinamento, etc).
- Subsistema de informação – compreende todo o conjunto de necessidades informacionais para a gestão empresarial. Há tanta relevância na questão da informação que normalmente são criadas atividades específicas para administração de grande parte deste subsistema.
- Subsistema físico-operacional – compreende as instalações físicas e os equipamentos do sistema empresa, é o local no qual as transações são executadas e os eventos econômicos acontecem. Fundamentalmente ligado aos produtos e serviços produzidos pela empresa.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
“Cultura é o reflexo inverso do poder”
“Cultura é o
reflexo inverso do poder”
O poder concentra-se em interesse próprio e de
formas fragmentadas, na cultura da organização.
A cultura da empresa volta-se para os interesses
comuns e viabiliza a integração dentro da organização.
Na Escola Cultural, os processos de formação da
estratégia nascem em função da estrutura, do estágio, da força e do contexto
cultural da organização.
A cultura organizacional, ao contrário do poder que
fragmenta uma coletividade e serve a interesses individuais; assume o papel
integrador e aponta para os interesses coletivos tentando preservar a
estabilidade estratégica, quando não resistindo ativamente às mudanças.
Vendo a cultura de fora da organização, ela pode
assumir uma posição objetiva sobre as razões pelas quais as pessoas se
comportam e assumem um caráter único nos relacionamentos sociais e econômicos,
enquanto que, vista de dentro o processo é visto como subjetivo e
interpretativo baseado numa lógica abstrata.
O estudo da dimensão cultural nas organizações começou nos anos 70 no trabalho pioneiro de estudiosos suecos, porém sem grande repercussão. A percepção da cultura como a “mente” das organizações, aconteceu nos anos 80 com o sucesso das corporações japonesas, pois uma cultura rica, com um forte conjunto de crenças compartilhadas apaixonadamente por seus membros distingue a organização de todas as outras.
O estudo da dimensão cultural nas organizações começou nos anos 70 no trabalho pioneiro de estudiosos suecos, porém sem grande repercussão. A percepção da cultura como a “mente” das organizações, aconteceu nos anos 80 com o sucesso das corporações japonesas, pois uma cultura rica, com um forte conjunto de crenças compartilhadas apaixonadamente por seus membros distingue a organização de todas as outras.
Cultura e
estratégia
As posturas administrativas derivadas da cultura
influenciam a estratégia nos aspectos de:
1. Estilo de tomada de decisões: atuando como filtro
ou lente que alteram as percepções e estabelecem premissas nas decisões dos
tomadores de decisão.
2. Resistência a mudanças estratégicas: o compromisso comum com as crenças encoraja a consistência no comportamento da empresa, desencorajando mudanças.
2. Resistência a mudanças estratégicas: o compromisso comum com as crenças encoraja a consistência no comportamento da empresa, desencorajando mudanças.
3. Superação da resistência: a consciência das
cresças enraizadas que provoquem impedimentos deve empreender revisões e
orientar os dirigentes a desenvolver um consenso de busca da flexibilidade e
inovação.
4. Valores dominantes: empresas bem-sucedidas são norteadas por valores-chave (atendimento, qualidade, flexibilidade) que provêem a vantagem competitiva.
4. Valores dominantes: empresas bem-sucedidas são norteadas por valores-chave (atendimento, qualidade, flexibilidade) que provêem a vantagem competitiva.
5. Choque de Culturas:
As Estratégias de fusões, aquisições
e empreendimentos conjuntos têm sido examinadas do ponto de vista do confronto
de diferentes culturas. Este “choque de culturas” tem sido usado, por exemplo,
para explicar por que a onde de fusões dos anos 80 deixou de satisfazer as
expectativas. Embora a combinação de duas empresas possa fazer sentido do ponto
de vista “racional” do produto ou do mercado, as diferenças culturais menos
evidentes podem servir para desfazer a união. A cultura única que molda cada
organização garante que essas estratégias sempre serão problemáticas.
6. Cultura material: crenças e valores criam objetos e estes moldam a cultura; os recursos tangíveis e intangíveis interagem com os membros da organização na produção da cultura material.
6.1 Podemos ver como objetos feitos
por seres humanos refletem, conscientemente ou não, as crenças dos indivíduos
que os encomendaram, fabricaram, compraram ou usaram e, por extensão, as
crenças da sociedade á qual pertenciam esses indivíduos.
Verificamos como exemplo o automóvel.
Foi inventado na Europa, evoluindo como máquina de luxo construída por artesãos
qualificados para os afluentes. Os americanos reinventaram o automóvel como uma
máquina padronizada e de baixo custo, construída por mão-de-obra não
qualificada para as multidões. Isto reflete profundas diferenças em cultura: os
europeus possuíam uma longa tradição de artesanato, enquanto os americanos
compensaram sua carência de trabalhadores qualificados aprendendo a padronizar
produtos e a dominar a arte de fabricação em massa. A concorrência que
acabou surgindo entre fabricantes de carros americanos e europeus mostrou ser
uma competição entre duas culturas diferentes. Muitas culturas europeias que
tentaram vencer os americanos imitando seu modo de atuar descobriram que,
embora pudessem tomar emprestada esta ou aquela peça do quebra-cabeças, o
sistema inteiro parecia iludi-las. Os japoneses tentaram o mesmo depois da
segunda guerra, mas desistiram e, em vez disso, decidiram desenvolver sua
maneira própria de produzir automóveis, mais congruente com sua cultura.
7. Cultura como recurso-chave: a empresa não deve
ser vista como a soma de ativos tangíveis e sim como sua cultura desenvolveu os
ativos intangíveis - seu capital de conhecimentos - que lhe dá a vantagem
competitiva sustentada.
TEORIA BASEADA EM RECURSOS:
Segundo Birger Wernerfelt, conforme
artigo abaixo, enuncia as seguintes proposições:
Análise das empresas, em termos de
seus recursos, conduz a critérios imediatos diferentes da perspectiva
tradicional de produtos. Em particular, as empresas diversificadas são vistas
sob uma nova luz.
Podem-se identificar tipos de
recursos que podem conduzir a altos lucros. Analogamente ás barreiras á
entrada, estes estão associados com aquelas que chamaremos de barreiras á
posição de recursos.
A estratégia para uma grande empresa
envolve o atingimento de um equilíbrio entre a exploração dos recursos
existentes e o desenvolvimento de novos recursos.
Uma aquisição pode ser vista como a
compra de um pacote de recursos em um mercado altamente imperfeito. Baseando a
compra em um recurso raro, é possível, tudo o mais permanecendo igual,
maximizar essa imperfeição e as probabilidades de comprar barato e obter bons
retornos.
Jay Barney desenvolveu a visão baseada
em recursos transformando-a numa teoria completa. Em um estudo publicado em
1991, ele forneceu um sumário dos conceitos-chave. Começou delineando a noção
de recursos, a base de toda a perspectiva. Estes incluem: “todos os ativos,
capacidades, processos organizacionais, informações, conhecimentos, etc.,
controlados por uma empresa” que possibilitam que ela crie e siga estratégias
eficazes. Estas podem ser classificadas como recursos de capital físico
(tecnologia, fábrica e equipamentos, localização geográfica, acesso a matéria-prima),
recursos de capital humano (treinamento, experiência, critério, inteligência,
relacionamentos, etc.) e recursos de capital organizacional (sistemas e
estruturas formais, bem como relações informais entre grupos).
Barney estipulou quatro critérios
determinantes para uma empresa saber quais recursos são estratégicos, isto é,
se oferecem os maiores benefícios sustentados em face da concorrência:
·
Valor: Um recurso obviamente precisa
ser valioso para ser estratégico - ele
precisa ter a capacidade para melhorar a eficiência e a eficácia da
organização.
·
Raridade: Um recurso é estratégico na
extensão até qual é raro e tem alta demanda.
·
Inimitabilidade: O recurso deve não
só ser valioso e raro, mas também difícil de imitar.
·
Substitutibilidade: Um recurso pode
ser raro e inimitável, mas não será estratégico se os concorrentes puderem
encontrar um substituto para ele.
Crítica, contribuição e contexto da escola cultural
Se a escola de posicionamento foi
acusada de precisão artificial, então a escola cultural deve ser acusada de
falta de clareza conceitual. Em especial na versão sueca, mas não somente nela,
os conceitos vêm e vão com grande velocidade, embora nem sempre sejam muito
diferentes entre si.
Um perigo desta escola é que ela pode
desencorajar mudanças necessárias. Ela favorece a administração da
consistência, de se permanecer nos trilhos. Cultura é pesada, estabelecida,
firmada; recursos são instalados, enraizados. Enfatizando tradição e consenso,
além de caracterizar as mudanças como sendo complexas e difíceis, esta escola
pode encorajar uma espécie de estagnação.
Outro perigo da cultura como cultura
explicativa é que ela iguala vantagem estratégica à singularidade
organizacional. Ser diferente com frequência é bom, mas não em si mesmo, pois
pode provocar certa arrogância.
Paradoxalmente, teorias como baseada
em recursos podem exacerbar esta tendência. Elas proporcionam aos executivos um
vocabulário pronto para justificar o status quo. Qualquer prática
organizacional que pareça incompreensível pode ser justificada com base na
inimitabilidade: ela pode ser tácita, em recursos que são muito raros.
A teoria baseada em recursos gera
alguns critérios interessantes. Porém estes não se traduzem facilmente em
administração estratégica. As ambiguidades associadas a recursos podem ajudar a
explicar por que estratégias bem sucedidas podem permanecer inquestionadas por
muito tempo, mas não deixam que os gerentes saibam quando e como questioná-las.
O problema com o discurso de cultura
em geral, bem como com a teoria baseada em recursos em particular, é que eles
explicam com muita facilidade aquilo que já existe, ao invés de cuidar das
questões difíceis do que pode vir a existir. Não estamos afirmando que as
contribuições da escola de cultura tenham sido sem importância.
Ao contrário, pois em comparação com o
conflito incoerente da política, ela oferece o consenso integrado da ideologia
contra o individualismo das escolas do design, cognitiva e empreendedora, ela
traz a importante dimensão coletivista do processo social.
A escola cultural também parece mais
aplicável a determinados períodos nas vidas das organizações. Isto inclui um
período de reforço, no qual uma rica perspectiva estratégica é seguida
vigorosamente, talvez a estagnação. Isto em geral conduz a um período de
resistência ás mudanças, no qual as adaptações estratégicas necessárias são
bloqueadas pela inércia da cultura estabelecida, inclusive a perspectiva
estratégica. E talvez esta escola também possa nos ajudar a compreender um
período de recomposição, durante o qual uma nova perspectiva é desenvolvida
coletivamente, e até mesmo um período de revolução cultural que tende a
acompanhar as reformulações estratégicas.
Premissas
A formulação de estratégias obedece a premissas orientadas pelo contexto cultural da organização:
2. O individuo adquire essas crenças num processo
de aculturação ou socialização de forma tácita e por vezes reforçada por
doutrinação.
3. Os membros da organização reconhecem parcialmente crenças que sustentam a cultura sendo que suas origens e explicações permanecem obscuras.
4. A estratégia pode ser entendida como deliberada na forma de perspectiva enraizada em intenções coletivas e refletidas nos padrões de recursos e capacidades responsáveis pela sua vantagem competitiva.
5. A cultura desencoraja estratégias emergentes e defende a manutenção da estratégia deliberada vigente aceitando quando muito, mudanças de posição dentro da perspectiva global da organização.
3. Os membros da organização reconhecem parcialmente crenças que sustentam a cultura sendo que suas origens e explicações permanecem obscuras.
4. A estratégia pode ser entendida como deliberada na forma de perspectiva enraizada em intenções coletivas e refletidas nos padrões de recursos e capacidades responsáveis pela sua vantagem competitiva.
5. A cultura desencoraja estratégias emergentes e defende a manutenção da estratégia deliberada vigente aceitando quando muito, mudanças de posição dentro da perspectiva global da organização.
6. Estratégias de origem prescritivas ou
descritivas são igualmente aceitas desde que não confrontem sua cultura.
Considerações
A Escola favorece o desenvolvimento de estratégias fundamentadas em suas crenças e valores, isto é, estratégias orientadas pela cultura almejam o interesse coletivo consistente com a cultura instalada.
A Escola favorece o desenvolvimento de estratégias fundamentadas em suas crenças e valores, isto é, estratégias orientadas pela cultura almejam o interesse coletivo consistente com a cultura instalada.
Aqui, a formulação de estratégias passa necessariamente pelos objetivos permanentes da empresa (missão), pelos objetivos situacionais (visão) e pelos valores da organização (crenças) proporcionando uma orientação coesa com sua cultura.
terça-feira, 3 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
Another red
letter day,
So the pound
has dropped and the children are creating,
The other
half run away,
Taking all the
cash and leaving you with the lumber,
Got a pain in
the chest,
Doctors on
strike what you need is a rest.
It's not easy
love, but you've got friends you can trust,
Friends will
be friends,
When you're
in need of love they give care and attention.
Friends will
be friends,
When you're
through with life and all hope is lost,
Hold out your
hand cause friends will be friends right to the end.
Now it's a
beautiful day,
The postman
delivered a letter from your lover,
Only a phone
call away,
You tried to
track him down but somebody stole his number,
As a matter
of fact,
You're
getting used to life without him in your way.
It's so easy
now, cause you got friends you can trust,
Friends will
be friends,
When you're
in need of love they give you care and attention.
Friends will
be friends,
When you're
through with life and all hope is lost,
Hold out your
hand cause friends will be friends right to the end.
It's so easy
now, cause you got friends you can trust,
Friends will
be friends,
When you're
in need of love they give you care and attention.
Friends will
be friends,
When you're
through with life and all hope is lost,
Hold out your
hand cause friends will be friends right to the end.
Friends will
be friends,
When you're
in need of love they give you care and attention.
Friends will
be friends,
When you're
through with life and all hope is lost.
Hold out your
hand cause right to the end -
Friends will
be friends.
Amigos Serão Amigos
Outro dia no vermelho
Então o peso caiu e as crianças estão criando
A outra metade foi embora
Levando todo o dinheiro e te deixando com a madeira
Ficou uma dor no peito
Os médicos em greve, você precisa de um descanso
Não é fácil amar, mas você tem amigos em quem pode confiar
Amigos serão amigos
Quando você precisar de amor eles lhe darão carinho e atenção
Amigos serão amigos
Quando você está cansado da vida e sem esperanças
Segura suas mãos, porque amigos serão amigos até o fim
Agora está um belo dia
O carteiro entregou uma carta do seu amor
Apenas um telefonema distante
Você tenta achá-lo mas alguém roubou o número dele.
De fato...
Você já está se acostumando à vida sem ele no seu caminho
É tão fácil agora, porque você tem amigos em quem pode confiar.
Amigos serão amigos
Quando você precisar de amor eles lhe darão carinho e atenção
Amigos serão amigos
Quando você está cansado da vida e sem esperanças
Segura suas mãos, porque amigos serão amigos até o fim
É tão fácil agora, porque você tem amigos em quem pode confiar
Amigos serão amigos
Quando você precisar de amor eles lhe darão carinho e atenção
Amigos serão amigos
Quando você está cansado da vida e sem esperanças
Segura suas mãos, porque amigos serão amigos até o fim
Amigos serão amigos
Quando você precisar de amor eles lhe darão carinho e atenção
Amigos serão amigos
Quando você está cansado da vida e sem esperanças
Segura suas mãos, porque até o fim
Amigos serão amigos.
DEDICADO AOS MEUS GRANDES AMIGOS...
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domingo, 25 de março de 2012
Nunca mais vai existir um Chico Anysio
"Não me envergonho de mudar de idéia porque não me envergonho de pensar."
Pascal & Chico Anysio
Que bela língua!!! Imagina o que pensa quem escreve "vc", fds" e tudo mais do gênero.
"Nascer velho e morrer criança."
Uma homenagem do Frank's Blog a este gênio que fez o país rir, principalmente nos momentos que não se tinha muitos motivos para isso.
terça-feira, 20 de março de 2012
Aos heróis do Mundo (se houverem).
Herói
Quando criança, me perguntaram:
- O que quer ser quando crescer?
- Herói – respondi.
Mas os heróis já se foram ou nunca existiram?
I don’t know.
Procurei então ser bom, ser bom de verdade.
Ser assim...em tudo que faço.
Mas não é fácil e não chega ao ponto de desistir.
Não tenho super poderes (alguém falou).
Mas eu tenho o conselho, tenho a ajuda, tenho a amizade,
tenho o exemplo, tenho a palavra, tenho a fé (essas são minhas armas).
Tenho o brilho no olhar e quem quiser vir para o mundo
mudar.
Basta só me seguir e pegadas deixar.
Se conseguirei não sei, mas não deixo de tentar.
E quem quiser vir não precisa acreditar.
É só olhar pro chão e me acompanhar.
Se vai dar certo ou não.
Esse é o meu desejo.
Tão forte quanto o que tinha.
No meu primeiro beijo.
Se já salvei alguém (me perguntam).
Não!!! Respondo eu.
Mas já salvei momentos e não sei dizer.
O que seria se não tivesse algo a dizer.
Que rumo que ação...Não sei o que mudei.
Mas mudei futuro e é assim que eu mudo todo o mundo...
Frank Maurício de Almeida
quarta-feira, 14 de março de 2012
Estratégia é Tudo!!!
|
Agradecimento especial ao Amigo Francisco que me enviou esta mensagem.
sexta-feira, 9 de março de 2012
OVNI EM DUQUE DE CAXIAS - RJ
Atenção!!!
Um OVNI foi visto por uma amiga da janela de sua casa em Duque de Caxias no Rio de Janeiro - Brasil.
As luzes se movimentaram por cerca de uma hora e meia antes de desaparecerem na noite de 06/03/2012.
Assistam o vídeo com as sequência das fotos tiradas na noite do acontecimento.
http://youtu.be/6zbIPecoibQ
Caso alguém tenha visto algo parecido nesta mesma data, exponham as informações, relatem e divulguem, pois "a verdade está lá fora".
Produção exclusiva para o Blog.
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