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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

JUSTO, FIRME, EXIGENTE, PORÉM GENEROSO, EDUCADO E GENTIL


MOTIVAÇÃO & SUCESSO

19 a 25 de agosto de 2012

Luiz Marins

Líderes, dirigentes, ou mesmo pais ou mães, de-vem ser justos, firmes, exigentes mas ao mesmo tem-po não podem se esquecer que devem ser generosos, educados e gentis.
Nada justifica num líder ou chefe de qualquer nível, a falta de educação e gentileza e mesmo a ausência de generosidade, que se traduz numa disposição de ensinar seus liderados, de ter paciência para que aprendam e empatia para compreender a realidade das situações concretas.
Há pessoas que acreditam ser incompatíveis a justiça, a firmeza e a exigência com a amabilidade e a polidez no trato com as pessoas. Essas pessoas confun-dem o pecado com o pecador, o erro com a pessoa.
Um líder ou dirigente não pode e não deve tran-sigir com o erro, com a desídia, com a falta de comprometimento, porém, deve saber tratar bem as pessoas e tomar muito cuidado na forma de falar, na maneira de expressar suas exigên-cias e de manifestar sua firmeza. Muitos dos problemas entre líderes e liderados têm como causa a comunicação. Aí entra a generosidade: uma pessoa generosa se coloca no lugar das ou-tras e tem como objetivo ajudá-las a crescer e não somente punir.
Sei que não é fácil, mas quem disse que ser líder é fácil?
O líder é aquele que se desafia (a si mesmo) para que seus liderados atinjam resultados. Não basta desafiar seus liderados. Ele tem que se desafiar em primeiro lugar. E os verdadeiros líderes sabem que só conseguirão total adesão e comprometimento de seus liderados se eles (os liderados) se sentirem valorizados, ouvidos e respeitados. Um líder que não respeita seus liderados não é líder. Pode até ser “chefe”, mas não líder. Assim, o respeito é fundamental. E o respeito passa pela generosidade, educação e gentileza.
Pense nisso. Sucesso!
ANTHROPOS MOTIVATION & SUCCESS
motivacao@anthropos.com.br
www.anthropos.com.br - www.livrariamarins.com.br

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Motivação no trabalho


Para alcançar seus objetivos e prosseguir com sua missão, as empresas necessitam da adesão de seus funcionários. Seus funcionários precisam “vestir a camisa”.
Para que essa harmonia exista, os funcionários devem se sentir satisfeitos, ter uma garantia de bem-estar na organização.
Para alcançar isso tudo, os gerentes precisam ter capacidade de influência, capacidade das mais importantes que se pode exercer em relação ao desempenho das pessoas, e determina, também, a eficácia do gerente.
Para exercer o papel de liderança, os gerentes devem reconhecer o papel da motivação no comportamento. A motivação de uma pessoa depende da força de seus motivos que ocorrem no interior dos indivíduos). Essa motivação impulsiona e mantêm o comportamento dos indivíduos. São molas da ação.
A partir do momento que o indivíduo satisfaz seu desejo/necessidade primária, ele tende a saciar outras que se tornam mais intensas. De acordo com Maslow, a escala das necessidades é a seguinte:
·        Fisiológicas – necessidades básicas para a manutenção da vida, como comida, roupa, abrigo, etc;
·         Segurança – sentir-se livre do perigo (manutenção do emprego, da propriedade, etc.);
·         Sociais – necessidade de participar de um grupo, relacionar-se com outras pessoas, etc;
·         Estima – necessidade de amor próprio e reconhecimento pelos outros;
·         Auto-realização – tornar-se aquilo que és capaz de ser.
Essa mudança ocorre também, quando o indivíduo não alcança seus objetivos. Em outras palavras:
João tenta alcançar um desejo X. Caso ela não consiga alcançar esse desejo X, ela tentará alcançar pelo menos parte dele ou até mesmo um desejo Y que possa substituir o X. Caso João não consiga alcançar nem o X (total ou parcial) nem o Y, ele ficará frustrado e pode começar a desenvolver comportamentos irracionais.
Os comportamentos irracionais citados acima podem ser:
·         Agressão – o indivíduo pode entender que seu chefe é o culpado pela sua frustração e querer agredi-lo (física ou moralmente) ou prejudicar sua imagem dentro da empresa;
·         Deslocamento – quando o indivíduo desloca sua “raiva” para dentro da família ou amigos, já que entende que agredir seu chefe só vai prejudicá-lo;
·         Racionalização - Quando o indivíduo procura desculpas para justificar seu insucesso;
·         Regressão – O indivíduo começa a desistir das tentativas construtivas de solução do problema e regridem em suas atitudes;
·         Fixação – O indivíduo continua a apresentar um comportamento improdutivo;
·         Fuga – “Síndrome da avestruz”; o indivíduo esconde-se dos problemas;
·         Resignação – Quando o indivíduo desiste de seus objetivos.